Meu processo de adoção

Em meados de 2015, eu e o marido decidimos dar um passo importante e ingressar com o tão sonhado processo de adoção. Como já disse anteriormente, sempre tivemos sonhando em adotar, mas antes queríamos ter primeiros os filhos do ventre para depois partir para o filho do coração.

Acontece que como a vida não funciona exatamente como queremos, e depois de alguns abortos, entendemos que talvez Deus quisesse que fosse de forma diferente do que planejávamos.

Bom, conversei muito com Deus e entreguei nas mãos dele, que a ordem dos filhos fossem do jeito que eles julgasse ser melhor. Com isso, 15 dias depois do último aborto, juntamos a documentação necessária e ingressamos com o processo judicial.

Em no máximo 15 dias depois, o meu marido recebeu uma ligação do Fórum que teria uma reunião com os pretendentes a adoção. Nisso, fomos na reunião inicial que foi como uma dinâmica de grupo, sendo que assistente social e as psicólogas já nos faziam uma prévia análise.  Nessa dinâmica de grupo discutimos assuntos como: adoção tardia, adoção inter-racial,  adoção a brasileira (adoção consentida pela mãe biológica que quer entregar o bebê para um casal especifico, depois farei um post sobre isso), entre outros assuntos.

Essa primeira reunião foi muito legal, e tivemos indicação de um casal gay sobre um curso no interior de São Paulo realizado por uma ONG, que não tinha fila de espera e que era um curso mais rápido. Então, no mês seguinte realizamos o curso e entregamos lá no processo.

Pouco tempo depois (Novembro de 2015)teríamos que ir até a Entrevista com a Assistente Social no Fórum. Essa entrevista nos preocupava muito, porque uma amiga havia sido recusada nesta entrevista (Ela ainda não aceita a sua infertilidade, ela nunca teve a vontade de adotar, diferente de mim). Depois de avisarmos a família e conversamos com alguns amigos, recebemos algumas dicas para entrevista, como “escolha irmãos”, “deixe um perfil mais amplo e depois de habilitada você muda”, “não fale que você ainda está tentando engravidar”, entre outras, mas preferimos sermos sinceros.

A entrevista foi super tranquila, foi um bate papo sincero, primeiro a assistente social conversou comigo, e eu como sou desinibida antecipei-me e já falei tudo que penso, desejo e espero. Em seguida, ela conversou com o meu marido, e fomos embora aguardando um retorno para visita em nossa casa.

A visita aconteceu no final do mês de novembro de 2015, foi super rápida (menos de 05 minutos), ela basicamente conheceu o ambiente, e logo quis procurar o quarto para o bebê e em seguida a assistente emitiu o relatório positivo.

Agora, eu estou esperando a entrevista com a Psicóloga.

Beijos

Tati

Gravidez um Sonho

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